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Preparação e estudo 6 min de leitura

Banco Nacional de Questões: estude o que realmente importa.

O que você vai aprender

Pela Resolução Contran nº 1.020/2025, as questões da prova teórica saem do Banco Nacional de Questões, e as questões de prova da Missão CNH agora vêm dele.

Homem estuda com um caderno à mesa, perto de uma janela iluminada.

Imagem ilustrativa gerada por IA.

Pouco tempo, muitas questões e uma dúvida

Você separa meia hora depois do trabalho e abre uma lista de questões. Responde, confere a explicação e passa para a próxima. Depois de algumas sessões, vem a dúvida: estou treinando o que a prova cobra ou só guardando a letra certa?

Essa dúvida tem uma referência clara. O Código de Trânsito Brasileiro exige um exame escrito sobre legislação de trânsito. Pela Resolução nº 1.020/2025 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em 9 de dezembro de 2025, as questões desse exame saem do Banco Nacional de Questões. Quem mantém esse banco é a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

A novidade na Missão CNH: as questões de prova que você pratica agora vêm desse banco, no texto original e com a origem indicada na correção. A seguir, o que a resolução define, por que decorar não basta e como estudar pelo que realmente importa.

A prova e o banco que a resolução define

Pela resolução, a prova tem 30 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas e só uma correta, e a aprovação exige pelo menos 20 acertos. A duração mínima é de uma hora, obrigatoriamente dobrada para candidatos com dislexia, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ou transtorno do espectro autista (TEA).

Em regra, quem aplica a prova é o Detran do estado, ou do Distrito Federal, onde você mora. Seguindo normas da Senatran, ele define se ela é presencial, híbrida ou remota, então confira as orientações dele.

O documento da versão 1.0 do banco traz 1.500 questões: 1.341 na parte principal e 159 na parte final, “Teste seus conhecimentos”. Cada uma tem um nível de dificuldade marcado no próprio banco: 743 fáceis, 533 intermediárias e 224 difíceis. Pela resolução, o banco fica disponível para a sociedade nos canais da Senatran.

São quatro módulos. O número de cada um mostra o tamanho dele no banco, não quantas questões dele caem na sua prova:

  • Placas, Cores e Caminhos: 412 questões.
  • Escolhas e Consequências: 205 questões.
  • Na Direção da Segurança: 623 questões.
  • Cuidar, Agir e Preservar: 260 questões.

Decorar 1.500 questões não é estar preparado

Saber que a prova sai de um banco público dá vontade de decorar tudo. Praticar com as questões do banco faz sentido, e são elas as questões de prova que você treina aqui. O que não se sustenta é guardar só a letra certa. São 1.500 questões, o banco pode ser atualizado e, na prova, sem consulta, o que conta é reconhecer a regra no enunciado que aparecer.

A própria resolução diz para que a prova serve: avaliar o domínio dos conteúdos e a aptidão nos conhecimentos indispensáveis à segurança viária e à formação cidadã no trânsito.

Também não dá para apostar em um recorte. A distribuição das 30 questões segue critérios definidos pela Senatran (art. 33, §1º), e o nível marcado no banco não diz quanto cada tema pesa. O que está publicado é o conteúdo: a Portaria Senatran nº 923/2025 organiza o curso teórico em sinalização, infrações, normas de circulação e direção defensiva, e meio ambiente e primeiros socorros.

Estar preparado, então, tem mais a ver com três coisas do que com a quantidade de questões respondidas:

  • Entender o motivo da regra e em que situação ela vale.
  • Reconhecer a mesma regra quando o enunciado troca uma palavra ou a cena muda.
  • Voltar ao que você errou ou acertou com dúvida até conseguir explicar.

Questões do banco nacional, no texto original

Na Missão CNH, o enunciado e as alternativas aparecem como estão no banco, sem reescrita. O simulado segue a estrutura da prova: 30 questões, 20 acertos como referência e 60 minutos no cronômetro, a duração mínima prevista. Ainda assim, é só um treino.

Em volta das questões fica o método. A primeira jornada, que é grátis, começa pela missão em 3D e termina em questões do banco. As sessões seguintes têm três movimentos: entender o conceito, aplicar na missão e praticar questões. Na preparação completa, a partir da segunda sessão, em outro dia, entra antes um quarto: relembrar e reforçar o que precisa voltar.

Nas Missões no Trânsito em 3D, você encontra a regra numa cena e decide antes de responder. Assim, a questão do banco vira uma forma de conferir o que você entendeu.

A Missão CNH é uma plataforma educacional independente, sem vínculo com a Senatran, o Ministério dos Transportes, o Contran ou os Detrans. Ela também não é o curso teórico da habilitação, que você faz por uma das opções da resolução, como o curso a distância (EaD) da Senatran, uma autoescola ou uma escola pública de trânsito. Esse curso só termina quando a conclusão é lançada no Registro Nacional de Carteiras de Habilitação (Renach).

Uma jornada nos seus dias, até a prova

Saber de onde vêm as questões resolve uma parte; a outra é chegar à data com o conteúdo firme. O curso teórico não tem carga horária mínima (resolução, art. 21, e Portaria Senatran nº 923/2025), e o estudo para a prova é você quem organiza.

Um jeito simples de começar: conte os dias até a prova, reserve sessões curtas nos dias que você tem e abra cada uma pelo que errou ou acertou com dúvida na anterior.

Se preferir não fazer essa conta sozinho, a preparação completa faz por você. A Minha jornada monta as sessões nos seus dias e no seu tempo, e cada erro e cada dúvida voltam no dia certo.

Comece por uma sessão, sem cadastro

Para conhecer o método antes de decidir, comece pela primeira jornada: é grátis e não pede cadastro. Depois dela, você escolhe como seguir.

Nenhum plano é garantia de aprovação, e a plataforma não substitui as etapas oficiais da habilitação. Para hoje, basta uma sessão: faça a primeira jornada, anote onde hesitou e leve essa dúvida para a próxima vez.

Para consultar a fonte

As regras citadas nesta leitura podem ser conferidas nestas referências.